Edinburgo dos Sete Mares, Ilha de Tristão da Cunha:
Conhecida o lugar habitado mais remoto do planeta, a Ilha de Tristão da Cunha fica há mais de 2.700 km da costa sul-africana, a terra mais próxima de lá. Na ilha há apenas uma cidade, Edinburgo dos Sete Mares, onde vivem cerca de 270 pessoas originárias de sete famílias. Lá não há restaurantes ou semáforos, mas você pode encontrar um cybercafé e um campo de golfe.
Hanga Roa, Ilha da Páscoa:
Muito mais popular do ponto de vista turístico que Tristão da Cunha, mas igualmente isolada, a cidade nas terras do povo Rapa Nui representa 90% dos habitantes da Ilha da Páscoa, famosa mundialmente por esculturas chamadas Moais. Embora parte do Chile, a ilha está situada mais de 3.700 km da capital chilena, Santiago.
La Rinconada, Peru:
A pequena cidade de mineradores de ouro é a mais alta do mundo, a mais de 5.000 metros acima do nível do mar. Ela foi construída próxima a uma geleira que nunca derrete, e é extremamente difícil e perigoso chegar lá. Pior ainda se você for fumante.
Ittoqqortoormiit, Groenlândia:
Mesmo para um lugar como a Groenlândia, toqqortoormiit, localizada na costa oriental da ilha, leva o prêmio de cidade mais isolado do país. Lá, vivem 450 moradores que fazem suas compras no único supermercado local. Os turistas que viajam para lá estão em busca de aventura, pois a vida selvagem é quase intocada mesmo estando perto de um pedaço de civilização, ou querem mesmo é se esconder.
Adamstown, Ilhas Pitcairn:
Adamstown é tecnicamente um território ultramarino do Reino Unido, embora haja um pequeno governo local para uma população de 50 moradores. Pelo menos eles têm televisão por satélite! A ilha não tem aeroporto e não há hotéis, mas se você quiser visitar, pode enfrentar a viagem pelo mar e encontrar uma acomodação em uma casa de um dos habitantes. Pitcairn é famosa por ter sido colonizada pelos marinheiros amotinados do navio britânico Bounty, em 1789. Os atuais moradores são seus descendentes.
Ilha de Foula, Escócia:
Situada no Oceano Atlântico, Foula pertence à Escócia e é habitada por apenas 31 pessoas que vivem à base da pesca, pastoreio e, nos últimos anos, turismo. A ilha não possui um porto, mas tem espaço para o pouso de pequenos aviões. Os sinalizadores responsáveis por orientar aviões e navios são todos abastecidos com energia eólica e solar, pois não há fonte de energia elétrica.
Oymyakon, Rússia:
A aldeia de Oymyakon registra uma temperatura média de 60°C negativos, ganhando o título de lugar habitado mais frio do planeta. Porém, o nome do lugar significa, ironicamente, 'água descongelada', devido uma fonte termal nas proximidades. Mas apesar do nome, Oymyakon é tão gelada que é quase impossível ter água encanada.
Barrow, Alasca (EUA):
Comunidade mais ao norte nos Estados Unidos, Barrow, também chamado Ukpeagvik na língua nativa da região, é um dos assentamentos mais frios e remotos do país. A partir de 2010, a cidade tinha uma população de cerca de 4.500 pessoas. Até que é bastante, pois a temperatura lá pode atingir os 100°C negativos nos meses mais frios. Recomendado para quem realmente detesta o calor.
Vila de Bantam, Ilhas Keeling:
Transferido para o controle da Austrália na década de 1950, as Ilhas Keeling, ou Ilhas Coco, como são popularmente conhecidas, eram desabitadas até o século XIX. A principal vila é a de Bantam, localizado a leste das duas ilhas principais que compõem o território, e onde a maioria de seus cerca de 600 moradores vivem. O principal produto não é nenhuma surpresa: coco.
Tórshavn, Ilhas Faroe:
Localizada no meio do caminho entre a Islândia e a Noruega, as Ilhas Faroé são uma comunidade remota de pouco menos de 50 mil habitantes. Tórshavn é a capital. Lá, há mais ovelhas do que as pessoas, por isso, esse pode ser um destino ideal para os amantes dos animais. Uma das atrações mais populares da cidade é o bairro histórico Tinganes, que era, e continua a ser, uma área central para acontecimentos políticos da ilha.
Nenhum comentário:
Postar um comentário